Música de pernambucano bom da gema!
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RUA DA PASSAGEM
Pense num caba porreta!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
A dor que passa.
Essa dor que ora passa
Passa sem passar
Qual rio caudaloso
Fica e leva
Esse vento que ora sopra
Quão alto eleva
Um sujeito que implora
E se deixa carregar
Essa chuva que ora cai
Que venha me molhar
Acompanhe então meu olhos
Chovendo.
Passa sem passar
Qual rio caudaloso
Fica e leva
Esse vento que ora sopra
Quão alto eleva
Um sujeito que implora
E se deixa carregar
Essa chuva que ora cai
Que venha me molhar
Acompanhe então meu olhos
Chovendo.
Fim.
Então é assim que é
O fim de um casamento?
No fim de tudo
Sofrimento
Sem métrica
Sem rima
Sem amor
Sem nada
Apenas o fim
O triste fim
Como qualquer outro
Então é assim que é?
Sim.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Meu vício
Você me deixa satisfeito
Quando faz meu coração pulsar
Quando aperta forte o meu peito
Tirando-me todo o ar
Você me faz as mãos suarem
E o corpo todo estremecer
As coisas todas se acalmarem
E depois tudo enlouquecer
Tantas coisas me fazes fazer
Das quais ainda vou me arrepender
Contigo não posso me conter
Não sei o que fazer
Nem sei para onde ir
Já perdi a consciência
Só me resta dormir
Quando faz meu coração pulsar
Quando aperta forte o meu peito
Tirando-me todo o ar
Você me faz as mãos suarem
E o corpo todo estremecer
As coisas todas se acalmarem
E depois tudo enlouquecer
Tantas coisas me fazes fazer
Das quais ainda vou me arrepender
Contigo não posso me conter
Não sei o que fazer
Nem sei para onde ir
Já perdi a consciência
Só me resta dormir
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Em que pese a falta de poesia.
Já não se morre mais de amor...
Já não se fazem serenatas sob as janelas das donzelas.
O romantismo jaz indigente
Nas penas aposentadas de gente
Que outrora já brilhou
Os namorados já não trocam juras de amor
Vigiados pela solidão do luar
Tecendo seus versos de dor
Ao amor que amanhece sem que lhe possa tocar
Já não há os cineminhas no automotor
Nem as matinês, com babados a bailar
A timidez serelepes da moça bonita
Que sonha com o lar
A pressa assassinou a poesia da vida
A tecnologia nos conectou a distâncias sem fim
E com isso abriu em mim a ferida
Que sorvi todo este tempo enfim.
Já não se fazem serenatas sob as janelas das donzelas.
O romantismo jaz indigente
Nas penas aposentadas de gente
Que outrora já brilhou
Os namorados já não trocam juras de amor
Vigiados pela solidão do luar
Tecendo seus versos de dor
Ao amor que amanhece sem que lhe possa tocar
Já não há os cineminhas no automotor
Nem as matinês, com babados a bailar
A timidez serelepes da moça bonita
Que sonha com o lar
A pressa assassinou a poesia da vida
A tecnologia nos conectou a distâncias sem fim
E com isso abriu em mim a ferida
Que sorvi todo este tempo enfim.
sábado, 14 de novembro de 2009
Poesia - Os brutos também amam.
Há tanta por fazer
E nem estamos na metade do caminho
Tantas palavras por dizer
Nem ensaiamos.
Me dê um bom motivo pra continuar
Se você me abadonou
Me dê um bom motivo pra parar
Se não há porquê
Eu tentei, mas você me abandonou
Eu tentei, mas a estrada é longa demais
Tudo é longe demais
Tudo
Não adianta me aconselhar
Porque eu já entendi
Atrás de um verdade
Sempre tem outra
E mais uma até o fim
Se é que o fim existe
Me dê um bom motivo pra continuar
Se você me abadonou
Me dê um bom motivo pra parar
Se não há porquê
Eu tentei, mas você me abandonou
Eu tentei, mas a estrada é longa demais
Tudo é longe demais
Tudo
E nem estamos na metade do caminho
Tantas palavras por dizer
Nem ensaiamos.
Me dê um bom motivo pra continuar
Se você me abadonou
Me dê um bom motivo pra parar
Se não há porquê
Eu tentei, mas você me abandonou
Eu tentei, mas a estrada é longa demais
Tudo é longe demais
Tudo
Não adianta me aconselhar
Porque eu já entendi
Atrás de um verdade
Sempre tem outra
E mais uma até o fim
Se é que o fim existe
Me dê um bom motivo pra continuar
Se você me abadonou
Me dê um bom motivo pra parar
Se não há porquê
Eu tentei, mas você me abandonou
Eu tentei, mas a estrada é longa demais
Tudo é longe demais
Tudo
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